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Depoimento #1anoJMJRio

Depoimento #1anoJMJRio

Depoimento da ex-coordenadora Paroquial da Jornada Mundial da Juventude de nossa Paróquia – Aline Cristina

A Jornada Mundial da Juventude iniciou em meu coração muito tempo antes do início propriamente dito da JMJ. Assim que o Rio foi anunciado como sede, meu coração se encheu de alegria. O tempo foi passando e vi que não havia movimentação alguma em nossa Paróquia, decidi então conversar com nosso Pároco que logo fez o convite para que eu assumisse a coordenação da JMJ e comparecesse à reunião da Arquidiocese. Minha resposta de primeira foi não. O padre pediu que eu pensasse e colocasse em oração e assim eu fiz. Fui a uma Vigília dos Jovens Adoradores, no carnaval de 2012, na Igreja de Santana no Centro, e lá Deus me mostrou (como um filme) que há muito tempo estava me preparando e me capacitando para este momento, desde o meu retorno para a Igreja em 2006, quanto a minha passagem pelas equipes de Coordenação do Grupo Jovem (Deus Presente) e do Catecumenato. Não tive como recusar, não havia mais desculpas, era simplesmente se lançar e ir.
Participei de várias Vigílias dos Jovens Adoradores e cada vez levava mais gente comigo. Fazia loucuras de sair direto da Vigília para um plantão no hospital de 24h (sou fisioterapeuta). Mas Deus recompensou cada esforço, cada sacrifício. Colocou pessoas maravilhosas em meu caminho para me ajudar nesta batalha, pessoas que me ajudaram a coordenar a JMJ na Paróquia, tarefa que não foi fácil.
Foi trabalhoso, mas divertido, desde os plantões paroquiais às reuniões de formação de Voluntários, passando pela Caravana à Canção Nova para o acampamento de voluntários, Halleluya dentre vários outros momentos de convivência, reuniões, desentendimentos e entendimentos.
Tive a graça de carregar os ícones que São João Paulo II deu aos Jovens e que percorrem todas as JMJs. A Cruz e o ícone de Nossa Senhora. Pude carregar onde hoje é a sede do meu local de trabalho: Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Tive a benção e a honra de carregar os dois: A cruz na chegada e o ícone na saída. Pesam e muito, mas vale a pena. Também deixamos nossa marca no madeiro da cruz ao batermos numa quina para subir no palco, risos.
Poucos dias depois, na última Vigília dos Jovens Adoradores antes da JMJ, vi de perto a relíquia de São João Paulo II, na Catedral Metropolitana (o sangue que espirrou durante o atentado ao Santo Padre). Foi emocionante!!!
Em Julho de 2013 enfim a JMJ aconteceu, várias noites mal dormidas, dormir no chão da igreja para esperar peregrinos, atender chamados da Secretaria de Saúde sobre os peregrinos que adoeceram (gripe, virose)… as idas à Copacabana, a Peregrinação Central X Copacabana e a felicidade de ver o Papa de pertinho estando em um “cordão de isolamento”.
A correria de sair da Santa Missa em Copacabana, andar até Ipanema para pegar o ônibus, encontrar uma peregrina perdida que havia sido assaltada, mudar o caminho, pegar outro ônibus, deixar a peregrina em um táxi em frente ao Barra Shopping para que ela chegasse ao ônibus de retorno. E por fim… correr até o Riocentro e quase não conseguir entrar para participar da Reunião do Papa com os Voluntários, que depois da Vigília com o Papa considero o melhor momento da JMJ.

Valeu a pena todo o esforço!! A JMJ aconteceu, marcou e mudou minha vida para sempre!

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